Poesia

Na solidão e no silêncio de papel
A música sente-se tão longe, tão perto,
Perfume da memória, a pele do espectro.
Alumbrado te vejo, num vislumbre te perdes:
Clamor do dia—são trevas a olhos abertos,
Ressequida tinta, e pele que a pele ressente:
São páginas suspensas, são brancos desertos.

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